Biochip, sob a pele, pode mudar a vida dos diabéticos. Entenda como! ( Imagem: Divulgação)

O ano de 2023 mal começou e a medicina já está dando o que falar com o biochip, implantado sob a pele, que pode mudar a vida dos diabéticos.

Afinal, ele tem promessas que enchem de esperança o coração de milhares de pessoas que vivem com os perigos dessa doença.

Por isso, se você quer saber mais sobre isso, veja tudo sobre como o biochip pode mudar a vida dos diabéticos. Veja!

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Afinal, entenda como o Biochip pode ajudar diabéticos

Biochip, sob a pele, pode mudar a vida dos diabéticos. Entenda como! ( Imagem: Divulgação)
Biochip é implantado sob a pele (Imagem: Divulgação)

Em primeiro lugar, para facilitar a vida de pessoas com diabetes, pesquisadores criaram o biochip nos Estados Unidos. Dessa forma, o produto pode mudar vida de 10% da população mundial, jovens e adultos que têm diabetes do tipo 1.

Nesse sentido, o biochip se parece com uma moeda e precisa ficar sob a pele no corpo humano. Para ajudar os pacientes,  ele age como um pâncreas artificial aplicando diretamente no corpo as medicações de imunoterapia, equilibrando o organismo do diabético.

Dessa forma, especialistas, da Federação Internacional de Diabetes, estimam que até 2025, 438 milhões de pessoas no mundo venham a descobrir que possuem a diabetes tipo 1.

Por outro lado, uma equipe de 22 pesquisadores criou o biochip que é a mais nova promessa da medicina.

Além disso, eles tiveram a liderança do professor Jesus Paez-Mayorga, da  Houston Methodist Research Institute, Houston, no Texas, Estados Unidos.

Assim, ao fim das pesquisas, o estudo foi publicado na revista científica Nature Communications, em dezembro do ano passado.

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Como funciona o biochip?

A equipe que criou o biochip, projetou-o para aplicar, em pequenas ilhas de células, a imunoterapia diretamente no corpo do paciente. Isso é, um dispositivo impresso em 3D é uma espécie de pâncreas artificial.

Dessa forma, esse pâncreas artificial é chamado de NICHE, que em inglês significa “Encapsulamento e retorno de células implantáveis neovascularizadas”.

Assim, as pequenas ilhas pancreáticas recebem um fluxo informações contínuas sobre os níveis de glicose da corrente sanguínea e se ajustam quanto à produção de insulina de acordo com a necessidade do paciente.

Vale destacar que essas ilhotas compreendem aproximadamente 1% do pâncreas, mas requerem de 15 a 20% do fluxo sanguíneo para o órgão.

Resultados iniciais

Quando implantado, os resultados mostraram a restauração dos níveis saudáveis de glicose e eliminou os sintomas do diabetes tipo 1 em modelos animais por mais de 150 dias.

Assim, conseguiram evitar os efeitos adversos graves da terapia anti-rejeição ao administrar as drogas imunossupressoras só nas células das ilhotas transplantadas estavam localizadas. Dessa forma, o implante do biochip fica sob a pele.

Vale destacar que, é a primeira plataforma a combinar vascularização direta e imunossupressão local em um único dispositivo implantável que opera a longo prazo.

Avaliação dos pesquisadores é satisfatória

Assim, o pesquisador Alessandro Grattoni, do Instituto Metodista de Pesquisas de Houston, afirmou que os resultados mostram que a imunossupressão local para transplante de células é eficaz.

Veja o que ele revelou:

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“Este dispositivo pode mudar o paradigma de como os pacientes são tratados e pode ter um impacto enorme na eficácia do tratamento e na melhoria da qualidade de vida dos pacientes”. 

Além disso, os pesquisadores ainda fazem testes para combater HIV e enxaquecas crônicas em pacientes.

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Por isso, agora que você sabe tudo sobre esse biochip, é só aguardar para descobrir se ele vai mesmo cumprir com a promessa que os médicos indicam e o mais importante, se será acessível.

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